Postado às 03:30 de 04/Set.
Estava ouvindo a voz de Vera. Sabia que era sonho, porque via nítido seu sorriso e os olhos. Ele nunca soube dizer a cor daqueles olhos, mas arriscava que fossem verdes. Não eram. E eles estavam nítidos, cada traço mais escuro ou esverdeado, e embora Vera sorrisse estava sacudindo a cabeça em uma...
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Postado às 07:38 de 30/Ago.
ok. na verdade quis me comprometer a postar toda a semana custasse o que custasse, mas tem semanas que é simplesmente impossível. a última foram provas e redações a se recorrigir. agora são só redações mesmo. já comecei a escrever o capítulo cinco e já sei os rumos que ele vai tomar, mas faltou o...
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Postado às 09:37 de 22/Ago.
não tem capítulo novo, porque há a semana cheia de muitas provas e trabalho. quem ainda não conseguiu ler os capítulos anteriores, esse é o momento . quem já leu tudo e quer capítulo cinco agora agora agora, eu fico mui feliz, e até digo, ops, desculpa. porque semana que vem eu volto com um capít...
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Postado às 20:39 de 15/Ago.
- Ninguém vai fazer nada com você. - Eu sei, pai. - Essa gente me conhece. Ninguém é idiota para mexer comigo. - Eu sei. - Então o que é? Você está com essa gente porque escolheu. Sabe que por mim teria seguido outro caminho. Podia ser advogada. - Isso não seria exatamente seguir outro caminho. -...
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Postado às 20:09 de 15/Ago.
Geraldo Lemes era agente federal, e por qualquer dessas inconveniências do destino havia crescido na mesma rua que Gil, e foi amigo de seus irmãos mais velhos. Laura, a mãe de Gil, havia sido sua professora em uma escola municipal da região. Mas não por feito do destino trabalhava com a equipe qu...
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Postado às 21:10 de 08/Ago.
Diogo Torres tinha certa paranóia com grampos telefônicos. Trocava o número do celular a cada dois meses. E era paranóia justificada. Metade da polícia federal teria o maior prazer em derrubá-lo, por razões muito diversas. Talvez porque súbito resolvia explodir um container de soja em um navio ca...
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